segunda-feira, 3 de março de 2008

Puts, virei tiete...


Desde de pequena sempre fui dada a paixões tietes. Nada grave. Nunca cheguei a montar fã-clubes, mas apaixonei-me por professores, por exemplo. No colégio, cursinho pré-vestibular e já na faculdade.

Depois foi o instrutor da auto-escola. Pensem bem, o cara que te dá segurança naqueles primeiros dias ao volante tem seu valor! Principalmente se ele não é pai ou o irmão mais velho, que te chama de estúpida a cada apagada do carro.

Acontece que esta fase de tiete até tinha passado depois do casamento, filhos e outras distrações. Mas de repente alguma coisa me levou de volta ao mundo da fantasia, talvez algumas pequenas frustrações no campo afetivo. Assim posso imaginar que o Wagner Moura é realmente o cara mais interessante da face da terra e por isso, mereceria um fã clube, do qual eu deveria, inclusive, ser integrante. Além de ótimo no que faz, ele é adequado, fofo e engajado politicamente, sem ser chato.
Pronto virei tiete.

Sempre tem o risco dele bater na esposa, como o Kadu Moliterno. Porque até aquele episódio em que ele deu um soco na cara da mulher em pleno trânsito, qualquer uma poderia citá-lo como um exemplo de homem.

Bom, enquanto nenhum paparazzi pegar comportamentos suspeitos do Wagner, ele é meu ídolo. Assim entro em zona de segurança. Fico livre de frustrações com homens desinteressantes e assuntos repetitivos.

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